O combate ao mosquito Aedes aegypti é uma das prioridades da Prefeitura de Curvelo para evitar a proliferação de doenças transmitidas pelo vetor, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
BALANÇO
Em 2016, foram registrados 5.469 casos suspeitos de Dengue e confirmados 4.908 casos.
No ano de 2017, foram notificados 307, com confirmação laboratorial de 102 casos. Comparando os dados epidemiológicos do ano de 2016 com 2017, as notificações tiveram queda de quase 18 vezes.
Em 2018, até o dia 18 de janeiro, houve notificações de 11 casos prováveis da doença.
LEVANTAMENTO DE ÍNDICE EM 2018
Os dados do Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) auxiliam na identificação de bairros e áreas críticas de criadouros do mosquito, onde larvas foram encontradas. Assim, é possível elaborar estratégias direcionadas a esses setores.
O resultado do primeiro LIRAa/2018 foi de 8,4% (considerado alto índice de infestação predial – situação de risco), o Ministério da Saúde preconiza que este índice esteja abaixo de 1%.
A pesquisa apontou que os principais meios de reprodução do mosquito encontrados foram em água parada ao nível do solo, como pequenos depósitos móveis, depósitos fixos e materiais inservíveis.
AÇÕES
Para reforçar as ações de combate, a Vigilância Ambiental tem intensificado as ações no controle do Aedes aegypti com as atividades do UBV leve – uso costal (em áreas com notificações da doença), visitas domiciliares, mutirões de limpeza em áreas estratégicas, acompanhamento das ovitrampas (armadilhas de monitoramento do Aedes), ações de mobilização social, realização de campanhas publicitárias em mídias digitais, rádios e som volante, visitas quinzenais nos pontos estratégicos (áreas onde há maior possibilidade de proliferação do mosquito), dentre outras atividades conforme o Programa Nacional de Controle da dengue.
Sem a participação da população não é possível combater o Aedes aegypti, e a união de todos [gestão pública e população] pode fazer a diferença”, Albany de Souza – Coordenador do Setor de Educação em Saúde. De acordo com ele, a colaboração da população é essencial para conter o avanço do vetor, principalmente quando se trata do armazenamento adequado de água para consumo e a eliminação de recipientes, sem uso, que possam acumular água e virar criadouros do mosquito.
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