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Movimentação em favor da vida em Curvelo

Igrejas Evangélicas de Curvelo organizaram um movimento de oração na porta dos dois hospitais em Curvelo e do Pronto Atendimento Municipal.

Diante do crescente número de casos de infectados e mortos pela COVID-19 na cidade e região; líderes e fiéis se reuniram em oração primeiro na porta do Pronto Atendimento e Hospital Imaculada. Logo em seguida foram para porta do Hospital Santo Antônio pedir a Deus que abençoe os profissionais de saúde e enfermos que estão enfrentando o vírus.

Diversas fotos e vídeos da ação estão circulando pelas redes sociais mostrando em alguns momentos que a equipe hospitalar também assume a posição de receber conforto através das orações e louvores. Mesmo em situação insalubre e com grandes chances de contágio, os profissionais trabalham em duras jornadas para dar assistência os pacientes.

Fechadas desde o dia 12 de Março de 2021, igrejas católicas, evangélicas e demais atividades religiosas estão buscando meios alternativos de prestar assistência à comunidade como distribuição de alimentos, medicamentos; além de atendimento aos familiares que perderam seu entes em decorrência da pandemia.

Ao longo dos séculos, as igrejas tiveram uma enorme oportunidade de colaborar nos períodos de crise, seja econômica, social ou sanitária. Aliás, foram nesses ambientes que o cristianismo primitivo floresceu e ganhou a simpatia dos pagãos. No século II, por exemplo, aconteceu uma grave epidemia, a chamada Peste Antonina (uma peste que matava 2.000 pessoas por dia na cidade de Roma, com uma taxa de 25% de mortalidade entre os adoecidos, conforme Dio Cassius, LXXII, 14.3-4). O paganismo romano – religião dominante naquele período – não possuía uma ética de misericórdia ou caridade. As pessoas eram deixadas à sua própria sorte. Os cristãos, por outro lado, ensinados por Jesus Cristo que devem “amar ao próximo como a nós mesmos” se comportaram de modo diverso da cultura ao seu redor. Os historiadores da época contam que, enquanto os romanos passavam ao largo, os cristãos ofereciam assistência.

Esta ajuda era bem arriscada, afinal, as medidas sanitárias eram muito mais precárias. Mesmo assim, eles cuidavam dos doentes e providenciavam funerais apropriados. Pode-se atestar que uma das grandes forças da Igreja ao longo dos séculos tem sido justamente esta capacidade de exercício da misericórdia, do alívio do sofrimento. Não é à toa que o desenvolvimento da saúde pública vem através de “Santas Casas de Misericórdia”, orfanatos, obras de caridade espalhadas pelo mundo estarem ligadas por laços confessionais a organizações religiosas de várias tradições.

Além dos tempos pandêmicos como a Peste Negra que matou 50 Milhões de pessoas do ano de 1333 a 1351, a Tuberculose que dizimou 1 BILHÃO de pessoas de 1850 a 1950, Varíola que chegou na casa dos 300 Milhões de mortos, as mais recentes gripe Espanhola que teve seu efeito letal em 20 Milhões de Pessoas e AIDS (VIRAL) que já mantou mais de 22 Milhões de pessoas desde 1981 quando a doença foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos; as igrejas contribuíram de forma solidária nas grandes guerras sendo utilizadas como campo de refugiados e grandes hospitais de campanha. Irmãs de caridade eram enfermeiras e grande parte dos auxiliares eram voluntários de suas comunidades.

Todos de máscara e cumprindo o distanciamento, os fiéis que compareceram ao movimento nas portas dos hospitais pediram à população curvelana que “continuem firmes em oração para que essa pandemia termine o quanto antes e Jesus seja exaltado.”

Fotos e Vídeos: Redes Sociais
Fonte de pesquisa: IELB

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