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Inverno: atenção às alergias respiratórias e ao uso de antialérgicos

Uso prolongado do medicamento traz malefícios para a saúde, como sobrecarga do fígado e dos rins

Minas Gerais possui clima bastante seco nesta época do ano e a concentração de partículas fica presente no ar por mais tempo. Com isso, os relatos de crises alérgicas costumam saltar durante esse período. Estudo encomendado pela Johnson & Johnson aponta que mais da metade dos entrevistados brasileiros apresentam alergia respiratória mais de uma vez por mês e 81% das pessoas têm crises com duração de até uma semana.

Uma dúvida frequente de pessoas que vão às farmácias é sobre o uso de antialérgicos. Iwanna de Paula Furtado Gomes, farmacêutica da Drogarias Pacheco, explica que a maioria deles possui venda livre, ou seja, não precisam de prescrição médica. “Para que a nossa recomendação seja assertiva, o paciente deve relatar os sintomas corretamente, pois, assim, conseguiremos diferenciar o tipo de mal-estar, sugerir o melhor medicamento e a forma de utilização”.

Contudo, um alerta deve ser feito em relação ao uso prolongado de antialérgicos. “Mesmo que sejam medicamentos livres, é fundamental não utilizá-los de forma excessiva – assim como qualquer outro –, uma vez que pode diminuir ou perder o efeito.  Além disso, pode afetar e sobrecarregar o organismo e causar efeitos adversos”, reforça Iwanna.

Diferenças entre alergia e doença viral

Durante o inverno, algumas pessoas confundem os sintomas de alergias respiratórias e doenças virais. Em resumo, as alergias possuem sintomas externos, como espirro frequente, coriza, congestão nasal e irritação dos olhos. Já o resfriado, a gripe e o coronavírus apresentam manifestações mais graves e internas, como produção de muco, febre e dor de cabeça forte e intensa.

Para aliviar os sintomas das alergias, recomenda-se o uso de umidificador, indicado para trazer mais umidade ao ar, ou nebulizador, para aliviar problemas respiratórios e inalar alguma medicação. Além de evitar crises, esses cuidados ajudam a prevenir quadros de infecção, que exigem tratamentos medicamentosos mais severos, como o uso de antibióticos.

Outros cuidados para reduzir os sintomas são ingerir bastante líquido; renovar o ar da casa todos os dias, deixando as janelas abertas; limpar frequentemente a casa com pano úmido; evitar o acúmulo de pó; evitar bichos de pelúcia, tapetes, carpetes, almofadas e cortinas de pano, principalmente no quarto de dormir. Importante também evitar que animais de estimação como cachorros e gatos permaneçam no mesmo ambiente durante o período de repouso noturno.

“Ao sinal dos primeiros sintomas de alergias respiratórias, o mais indicado é buscar auxílio de um profissional de saúde. Em casos mais graves, procurar um médico para investigar o caso e as formas de tratamento, impedindo a evolução do quadro para uma patologia mais grave, como a asma, que pode resultar na redução ou até mesmo na obstrução da respiração”, completa Iwanna.

 Sobre o Grupo DPSP

Com a missão de proporcionar qualidade no atendimento, cuidados com a saúde e bem-estar a todos, o Grupo DPSP nasceu em 2011 e conta com as redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo. A companhia é um dos principais players do varejo farmacêutico com aproximadamente 1.400 lojas em 8 estados do Brasil, além do Distrito Federal. Hoje, o Grupo DPSP atende seus clientes em lojas físicas, e-commerce, televendas e aplicativo. As marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo levam em seu DNA uma história de confiança e credibilidade no mercado nacional da saúde, preocupando-se constantemente em oferecer excelência em seus processos e a garantia da satisfação do consumidor.

Fonte: Josiane Souza – Ideia Comunicação

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