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COLUNAS

ENTRE A RAIZ E A FLOR, OS SONS E OS SENTIDOS

A professora Maria Esther Maciel, em uma crônica publicada no “Estado de Minas”, relata o seguinte: uma amiga ouvia em seu carro o Prelúdio da Suíte n° 2 para violoncelo, de Bach. No posto, o jovem frentista, antes de encher o tanque, ficou um tempo junto à janela do carro, ...

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O COVID-19 ou A COVID-19? DICAS DE PORTUGUÊS EM TEMPO DE PANDEMIA

Embora o país se encontre em estado de calamidade, o idioma não deve ser tratado com pouco-caso em hipótese nenhuma. Afinal, a linguagem o quanto possível escorreita determina a eficácia da informação e confere autoridade ao discurso.  Daí a ideia dos comentários a seguir sobre questões suscitadas pelos leitores neste ...

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KAFKA, A MENINA E A BONECA

         Meu avô costumava dizer que os piores sonhos são os bons, pois a gente fica decepcionado ao acordar deles, ao passo que nos sentimos felizes por despertar de sonhos ruins que, por isso, são os melhores.          Acontece que, às vezes, a realidade é tão cruel que dispensa os ...

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BRANCA DE NEVE E OS ANÕES DO ORÇAMENTO

Quando viu o anúncio de emprego, Branca de Neve pensou que era sua oportunidade de voltar a trabalhar com pessoas simples e gentis como eram os anões da devastada floresta. Quem sabe seria possível reviver uma linda história aqui, na selva de pedra da cidade. O endereço do anúncio era ...

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O TALENTO DA CURVELANA BRISA MARQUES

Compositora, ela teve canção interpretada por Zeca Baleiro Ninguém vive de brisa? Vive sim, senhor. Todos os devotos da poesia vivem do contato com a fecunda inspiração dos autênticos poetas, entre os quais se inclui a jovem curvelana Brisa Marques. Escrevi sobre ela faz algum tempo, e até hoje recebo ...

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NO TEMPO EM QUE OS HOMENS FALAVAM

Naquele tempo os homens perderam o dom da linguagem e a palavra foi passada aos animais. Os bichos então se reuniram para comemorar o que era para uns uma dádiva, para outros uma conquista. Coube à Coruja abrir os trabalhos dessa primeira assembleia animal. Mas antes que ela abrisse o ...

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A ARTE DE CATAR FEIJÃO

Desde que a língua de Camões se fez a nossa, um eco repete o verso: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Mudam-se – oh tempos! – os costumes. Hoje em dia não se usa mais, por exemplo, catar feijão. Em minha infância, quantas vezes não deixei as brincadeiras de rua ...

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“EU VI MINHA MÃE REZANDO”

A propósito do Dia das Mães, vai aqui um pouco sobre a mais bela trova referente à figura materna. A mais bela, claro, para mim. Ei-la: “Eu vi minha mãe rezando aos pés da Virgem Maria. Era uma santa escutando o que outra santa dizia…”. Essa trova é da lavra ...

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FLOR DO LÁCIO

A comemoração do Dia da Língua Portuguesa, no 5 de maio, me fez lembrar a frase de Bernardo Soares, heterônimo menos lembrado de Fernando Pessoa, no seu pouco lido “Livro do Desassossego”: “Minha pátria é a língua portuguesa”. Mesmo quem não a leu em seu contexto original, certamente conhece a ...

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AMAR COMO PLATÃO AMOU

Tudo tem seu lado positivo. A quarentena, por exemplo, proporcionou ao casal esse momento de diálogo. Ele: – O que você está lendo aí, tão concentrada? Ela: – “A defesa de Sócrates”. Ele: – Já vi vídeo dele. Craque. Fazia até gol de calcanhar. Mas não sabia que jogou de ...

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